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Archive for the ‘Música’ Category

The Arcade Fire –  The Suburbs

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Belle and Sebastian – Write About Love

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Broken Social Scene – Forgiveness Rock Record

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Damien Jurado – Saint Bartlett

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Gorillaz – Plastic Beach

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Começara com um projeto musical formado por amigos de classe. Com o tempo, o projeto fora evoluindo, e tomara um nome: Serotonina. A incessante – e falha – busca por um baterista, os levou à utilização de batidas eletrônicas, produzidas pelos próprios. Agora não era mais um projeto. Eduardo, o vocalista, e Ézio, o baixista, se juntaram à Allan K., que se transformara em seu guitarrista e programador, junto com Ézio. Era 2007, e durante esse período fizeram certo sucesso não só em sua cidade natal – Jaraguá do Sul/SC -, mas como também em cidades como São Paulo e Curitiba. Com três demos gravadas, e um videoclipe animado, a banda entra em hiato.

E nesse tempo, as cabeças ferventes de nossos artistas estava à mil, esperando o momento triunfal do retorno. Um ano depois, eles retornam com uma nova formação. Mariana Lapolli assume o vocal, trazendo com ela um vocal doce, e uma beleza que contrasta com a falta dela nos dois rapazes. E assim seguem Mariana no vocal, Ézio no baixo e nas programações, e Allan na guitarra e também nas programações. Com um single gravado em parceria com o selo Micróbio GravaSons, e alguns shows já marcados, o retorno de Serotonina tem tudo para dar certo. Um som melancólico, banhado nas guitarras distorcidas ao maior estilo shoegaze/post-punk. Diferente e interessante. Uma pérola, esperando para ser descoberta e usufruída.

Leia agora a entrevista que me foi concedida pelo guitarrista Allan, contando como fora o tempo que estiveram fora dos palcos, os novos materiais e outros assuntos mais. E acesse o MySpace para escutar as músicas. De preferência, leia enquanto escuta. Uma boa, não?

Enjoy!

Serotonina

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Olá, estou de volta. Rá.

Então, há algum tempo, tive o enorme prazer de presenciar o show dessa banda que, sem pagar pau, é uma das minhas preferidas da região: Aueiki. E se não bastasse a qualidade do playlist dos caras, também tive o prazer de entrar em contato com o vocalista (Diego Linx), este que me prometeu uma entrevista, que agora veicularei para vocês.

Uma pequena apresentação primeiro.

Aueiki é uma banda de Resende-RJ (minha cidade, rá), e conta com Diego ”Pando” Linx no vocal, e os gêmeos Ted e Rafael, baixo e bateria respectivamente. Ela é marcada como uma das bandas “da galera” de Resende conhecida pela complexidade das letras que falam – geralmente – dos prós e contras de sermos humanos, demasiado humanos. O porta voz da entrevista é o vocalista, Diego, então, as opiniões e depoimentos expressados são de sua autoria e culpa.

Movida pela melodia sagaz e letras reflexivas, Aueiki é uma banda que se difere das demais pela força de empatia que desperta em seus ouvintes.

Esta é a segunda edição da série entrevistas do blog. Enjoy.

Aueiki em Queluz

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É quase um pecado musical não conhecer a(s) obra(s) de David Byrne. Ex-guitarrista e vocalista da legendária banda Talking Heads, Byrne, além de projetos musicais, tem várias outras atividades que trabalha, cria, e nos agracia com sua arte.

Recentemente, lançou um livro chamado “Diários da Bicicleta” que conta vários aspectos geográficos e culturais de todas as cidades que por ele foram visitadas em suas turnês, da comida ao entretenimento, tudo é contado por Byrne com apoio de sua inseparável bicicleta. O livro foi lançado pela Editora Amarylis e pode ser encontrado nas livrarias e sites na faixa dos 50 reais.

Foi premiado com o Oscar em 1987 pela trilha sonora do filme “O Último Imperador” de Bernardo Bertolucci. E em 1986, dirigiu o longa “True Stories”.

Também sustenta a gravadora Luaka Bop. E é dela que vim falar.

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Luaka Bop é uma gravadora criada por Byrne, e que concentra grandes nomes da música alternativa underground – de vários estilos e culturas diferentes. Alguns grandes nomes têm seus discos lançados pela gravadora de Byrne. Os brasileiros Tom Zé, Os Mutantes, Márcio Local, e Yonlu, são alguns que tiveram seus discos lançados por essa gravadora. É só olhar o nível dessas bandas/músicos para sacar o naipe da gravadora. Mas além desses naturais da terra tupiniquim, temos também asiáticos, cubanos, norte-americanos, britânicos, franceses, sul-africanos, e etc.

Com um ótimo gosto e olhar crítico musical, Byrne seleciona diversas bandas e acaba reunindo vários estilos numa só gravadora.

Verdade é que David Byrne é uma das maiores mentes criativas da atualidade. Só não acham os arranjos do Talking Heads genial, aqueles que nunca escutaram de verdade. Vergonha vai para a MTV Brasil, que no VMB de 2004, fez Byrne ficar constrangido e Caetano (Veloso) irritado, em conseqüência do mau funcionamento da aparelhagem de som.

“Ô Emitêvê! Bota essa porra pra funcionar direito!”

Abaixo, algumas das bandas que integram o Luaka Bop:

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Olá pessoal do blog! Vim aqui, numa felicidade imensa anunciar uma nova série para o blog: Entrevistas!

Seguinte. Ando reparando no pessoal daqui da região, e muitos não conhecem bandas que podem estar tocando ao lado. Por preconceito ou preguiça, a verdade é que devemos respeitar, ou ao menos conhecer essas bandas que estão ralando pra tentar conseguir algo. E existem várias! Então, num ato de ajuda própria para tentar aumentar as visitas do blog (rá), e ajudar as bandas mais undergrounds, resolvi tentar abrir uma série de entrevistas!

A primeira é com uma banda de Santa Catarina, a Where I Belong! A conheci pela coletânea que a MSD Zine fez, (Sempre Chove no Natal), e gostei! Muito! Daí eu tive contato com o vocalista (Gabriel) pelo Last FM., e lhe propus essa entrevista. Com a maior boa vontade e excitação mútua, ele aceitou e me ajudou na construção dessa nova série.

Where I Belong - Formação Atual

Where I Belong é uma banda de rock alternativo formada em 2002 na cidade de Lages – SC. Depois da gravação ao vivo de algumas faixas, em 2005 gravam sua primeira demo experimental contendo 6 músicas, num pc particular. Com “This IS Billy”ainda sob o nome Karma participam da coletânea Alternative Rock e depois como Devour participam da coletânea Rock Total 2007 com”No Flavour Days“.Em setembro de 2007 mudam-se para Jaraguá do Sul. Em fevereiro de 2008 deram entrada no estúdio Phoenix em Blumenau, onde gravam o primeiro EP que possui duas faixas.

Chega de falação, vamos à entrevista.

Com vocês, Where I Belong!

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Vampire Weekend – Contra

A banda nova iorquina que ganhou destaque por sua musica que mistura batidas afro com o indie rock, está de volta com o seu segundo disco, Contra. A banda que conta com Ezra Koening (vocal, guitarra), Rostam Batmaglij (teclado, guitarra, vocal), Christ Tomsom (bateria) e Chris Baio (baixo), é uma das mais aclamadas da nova cena musical indie rock e eletrônica. Essa fama se deu no início principalmente por ajuda da internet, que por meio de blogs, difundiu a sonoridade da banda, que propõe algo novo, misturando elementos eletrônicos, afro-beats e o rock.

Quanto ao segundo disco.

capa-do-segundo-disco-do-vampire-weekend-contra-1253046491768_300x300Contra é o nome, e foi lançado no dia 11 de janeiro de 2010 pela XL Recordings, mesma gravadora do primeiro disco. Foi bem recebido pela crítica e pelos fãs da banda. É um disco que apresenta a mesma identidade que o primeiro da banda, não houve nenhuma mudança, evolução ou regresso em comparação com o primeiro. Isso para alguns pode ser algo bom, porque a banda continua com a mesma boa sonoridade que os cativou no primeiro, mas para os mais exigentes, isso é algo que atrapalha. Uma banda dar continuidade na carreira com um álbum que apresenta as mesmas características do anterior, pode acabar sendo cansativo e não representar uma evolução para a própria. Acabando assim, estigmatizando toda a carreira.

O single que mais se destaca no disco é a sétima faixa Cousins. A faixa apresenta um início com um requinte de psicodelia, um ritmo animado e dançante, com elementos eletrônicos e da música indie. A quarta faixa California English, é a que mais apresenta aquilo que é chamado de afro-beats. Até o sotaque do vocal é mudado, dando uma impressão de um inglês com sotaque africano.

Enfim, se você gostou do primeiro álbum da banda, certamente apreciará o segundo.

Nota: 7,0

Download do disco: Vampire Weekend – Contra

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Eu sei. Eu sei. Estou super atrasado quanto às listas de fim de ano. Já estamos no meio de janeiro! É que estava difícil de escolher os cinco melhores discos de 2009. Foi uma seleção que levou tempo – e paciência – para se escutar alguns discos não tão bons assim, como o tão elogiado pela crítica – e tão odiado por mim – Horehound do The Dead Weather. Mas também para se escutar ótimos discos que com certeza ficarão marcados na música e quem sabe, na história.

Enfim, essa lista é de acordo com o gosto daquele que aqui vos escreve – eu. Não me importa qual vendeu mais e nem se um ganhou mais prêmios que o outro.

Não importa.

#5 – Varshons – The Lemonheads

Quem diria. Um disco só de covers numa lista de cinco melhores. Mas é isso mesmo. O The Lemonheads fez por merecer para estar na lista. Varshons é um ótimo disco, e o fato do próprio ser apenas versões de músicas já um tanto quanto consagradas, não incomoda. Ele apresenta lindas releituras de grandes músicas e participações um tanto quanto especiais também. Em “Hey, That’s No Way to Say Goodbye”, do músico folk Leonard Cohen, o disco mostra toda a sua estrutura e com uma convidada que dá o seu toque feminino e delicado na música, Liv Tyler (filha de Steven Tyler, do Aerosmith). Outras versões também ficarão marcadas, como Beutiful de Linda Perry. E Dirty Robot, com a participação da super modelo Kate Moss.

#4 – The Pains of Being Pure at Heart – Idem

Está aí uma banda que em seu álbum de estréia já causou um rebuliço no meio musical independente. A banda nova-iorquina tem todo o feeling do lugar. Canções que esbanjam de distorções no maior estilo shoegaze. Letras delicadas também fazem parte do disco. A verdade é que o álbum de estréia da banda é ótimo. Delicado, mas ao mesmo tempo, forte e carregado. Seja narrando as tramas adolescentes (A Teenager in Love), ou fatos do cotidiano, com uma delicada comédia (Come Saturday), a banda se sai muito bem e leva o quarto lugar da lista.

#3 – It’s Not Me, It’s You – Lily Allen

A representante pop da lista. Dando continuidade a uma carreira já de sucesso, o disco fez muito bem e deu a certeza de que Lily Allen não é uma artista de um hit só. O segundo disco é sempre o mais importante da carreira, porque é ele que mostra se o artista pode dar continuidade ao bom trabalho apresentado no primeiro, ou mostrar que o artista não tem crédito, com o primeiro e segundo discos ruins. Lily Allen mostra que é uma artista de personalidade, misturando elementos da música pop com o soul americano. O ano de 2009 foi primordial na carreira da artista. Envolvida em vários “dilemas” ao longo do ano, como a sua posição contra a pirataria e suas ameaças de parar de produzir. Com isso ela ganhou mais notoriedade no cenário tanto musical como fora dele. O que importa é que o álbum é ótimo. “22” têm uma letra um tanto filosófico, e “Fuck You” apresenta uma letra cômica balanceando os ânimos do álbum. Tudo com ótimos clipes também. Lily Allen foi uma das melhores artistas de 2009.

#2 – 200 Million Thousands – Black Lips

Com um rock despojado, aos moldes dos clássicos e ótimos hits, 200 Million Thousands do Black Lips é o segundo melhor álbum do ano. Gravado ao modo lo-fi de garagem, o álbum preserva toda a nata do rock clássico. Pequenas distorções na guitarra, letras que tratam sobre drogas, guerra e sexo, um ritmo rápido e com um ótimo vocal, toda a fórmula consagrada está presente. O disco está impecável. Às vezes até sinto falta de produções do mesmo naipe. A banda de garagem de Atlanta alcança um ótimo patamar do rock com o álbum.

#1 – Preliminaires – Iggy Pop

Enfim o primeiro colocado – como não poderia faltar – Iggy Pop, o eterno iguana. Mudando seus traços rockers que o consagraram, Iggy Pop agora retorna com um disco de uma pegada mais jazz. Com algumas músicas – e também o título do disco – em francês, ele carrega todo um requinte de luxo como um café francês. A verdade é que a voz arrastada e grossa de Iggy Pop combinou perfeitamente com as lindas melodias, formando o melhor álbum de 2009. Com direito a uma versão de Insensatez de Tom Jobim (How Sensitive), e outros singles memoráveis como “Nice To Be Dead”, o álbum vêm a calhar com toda a experiência de Iggy Pop. Ótimo para os ouvintes de um bom jazz, como o próprio Iggy disse:

“… Porque chegou um certo momento em que simplesmente fiquei enjoado de ouvir brutamontes idiotas com suas guitarras, tocando música ruim”.

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